UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

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ygor
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UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

Mensagem por ygor » 05 Abr 2009, 21:53

Monza, uma história de sucesso

(Edição nº 23, 1988).


Ele tem seis anos de mercado. E uma história de vendas maior do que muitos carros antigos ou clássicos

Para ter história, um automóvel não precisa ser um modelo clássico e muito menos ser antigo. O Monza está aí para provar que isso é verdade. Afinal, em apenas seis anos de fabricação no Brasil, esse modelo da General Motors já vendeu 430 mil carros, metade da comercialização do Opala em 20 anos de produção. Ainda por cima, o Monza foi líder de vendas por diversos períodos e conquistou três vezes o título de "Carro do Ano", inclusive este ano, eleito pelos jornalistas especializados.

A história do Monza tem suas origens por mais incrível que possa parecer na própria história do Chevette. Por volta de 1972, a Opel, divisão GM da Alemanha, foi escolhida como base para o desenvolvimento do carro mundial da GM, o Chevette (conceito que permite a construção do mesmo modelo em vários países e com intercãmbio de peças). Com ligeiras alterações, o carro seria fabricado inicialmente no Brasil (sedan), Inglaterra (hatch) e Argentina (quatro portas). Porém, a crise do combustível surgiu em 73 e o projeto foi arquivado como conceito de carro mundial. O Chevette passou a ser fabricado apenas no Brasil e Argentina.

Sem que ninguém esperasse, esse carrinho recuperou seu caminho e foi fabricado em diversos países, o que garantiu à GM uma nova força para reinvestir em carros mundiais. Em 1979, a Opel voltou a sediar um novo projeto de carro mundial, desta vez chamado "Carro J", ou seja, o nosso Monza. Esse projeto previa uma família de veículos totalmente nova: hatch, sedan e perua, com duas e quatro portas. Como o Brasil havia conquistado um bom conceito de fabricante de motores junto à matriz alemã, acabou "premiado": a GM brasileira faria todos os motores do "Carro J", para suprir o mercado nacional e todos os demais mercados mundiais. Inclusive, esse motor (de 1 .600cc) iria equipar alguns outros carros da GM nos EUA, como o Pontiac. Assim, a mecânica brasileira do Monza "mundial" iria para os EUA, Inglaterra, Japão, África do Sul e Austrália.

Como no final da década de 70 a moda no Brasil era o estilo hatch, este tipo de carroceria foi escolhido para ser o primeiro da família Monza a ser lançado aqui. E assim foi. Em abril de 1982, o primeiro Monza deixou a linha de montagem da fábrica de São Caetano (SP). Era equipado com motor de 1.600cc de cilindrada, transversal, tração dianteira, câmbio de quatro ou cinco marchas importado da lsuzu do Japão, suspensão dianteira independente e traseira bastante moderna, sem contar o estilo _moderno e aerodinâmico, ampla área envidraçada e grande espaço interno. Neste primeiro ano (1982) foram vendidos 33.745 carros no mercado interno e 127 unidades exportadas para alguns países da América Latina, como Colômbia e Venezuela. Ainda em 1982 surgiu uma outra versão de motor para o Monza: o 1.800cc, semelhante ao motor 1.6, porém com alterações no diâmetro do cilindro e no curso do virabrequim. Assim, começou a existir a opção de motores 1.6 e 1.8 para os Monza.

Em 1983, devido ao grande sucesso de vendagem, a GM promoveu diversos lançamentos na linha Monza: em março surgiu o sedan quatro portas, com carroceria de três volumes. Esse modelo procurava romper o conceito de que "carro de quatro portas é taxi", afinal era um carro luxuoso, e nada mais conveniente do que quatro portas para caracterizar esse tipo de modelo. Completando este ajustamento de mercado, foi lançado em setembro de 83 o Monza duas portas, para satisfazer o consumidor mais conservador.

Com três tipos de carroceria _hatch, sedan duas portas e sedan quatro portas_, os Monza contavam, na época, com dois tipos de acabamento: o básico e o SL/E, e mais dois tipos de motores, de 1.600 ou 1.800cc, álcool ou gasolina. Nesse ano de 1983 as vendas do Monza passaram a preocupar seus concorrentes, e ele terminou o ano como 55.090 carros vendidos no Brasil e 61 unidades no mercado externo.

Até 1985, apenas as alterações normais de mudança de ano, como acabamento interno, cores e introdução de detalhes: vidros elétricos, bloqueio central, ar-condicionado e direção hidráulica, mais um enorme pacote de itens opcionais que poderia até mesmo dobrar o preço do carro. No meio do ano de 1985, um deslize que desagradou muitos consumidores. Quem explica é Francisco Nelson Satkunas, gerente de Vendas-Sul da empresa, que participou inclusive do desenvolvimento do "Carro J" na Alemanha. "Estávamos com alterações previstas para 1986, mas o fornecimento de peças novas e o final de estoque das anteriores acabaram nos forçando a lançar essas alterações ainda no meio de 85. E como eram mudanças visuais, acabaram provocando muitas reclamações dos clientes que haviam comprado o carro do ano. Afinal, havia o Monza 85, e o Monza 85 e meio, que valia mais que o outro. Mas as mudanças eram inevitáveis e inadiáveis, pois os concorrentes estavam muito sofisticados", explicou Satkunas.

O Monza "85 e meio", ou "Fase II", como a fábrica o chama oficialmente, tinha as seguintes diferenças em relação ao anterior: espelhos retrovisores externos redesenhados, painel de instrumentos mais completo, acabamento e revestimento internos trocados, pisca da lanterna traseira na cor laranja, grade de refrigeração nova e outros pequenos detalhes que, quando somados, provocavam ira nos compradores do modelo "apenas 85".

Completando a família em 85, o Monza ganhou sua versão esportiva, o S/R 1.8, com carroceria hatch, rodas esportivas e detalhes que caracterizam este tipo de carro. Nesse motor, de 1.800cc de cilindrada, foram introduzidas mudanças no carburador (corpo duplo) e coletor, mais sistema de escapamento. Com isso, o carro ficou com velocidade máxima de 180 km/h, segundo o fabricante, acelerando de 0 a 100 km/h em cerca de 11 segundos e 106 CV de potência. Atualmente, o S/R só é disponível na versão de 2.000cc de cilindrada, a álcool, com carburador de corpo duplo e 110 CV de potência a 5.600 rpm, o que rende, conforme o fabricante, cerca de 185 km/h de velocidade, sem diferenças para os motores do SL/E e Classic.

Mais lançamentos

Até 1985, o Monza já alcançara a marca de 251.040 veículos vendidos, tanto no Brasil como no Exterior, através de exportações. Em 1986, logo em janeiro, foi lançado o Classic, a versão top da linha, com detalhes de acabamento bastante luxuosos, com ar-condicionado, câmbio automático, direção hidráulica e acabamento bastante diferenciado das demais versões. O câmbio, por exemplo, é o modelo THM 125, da Hidramatic Division da GMC, que equipa diversos modelos, inclusive de outras marcas, em todo mundo.

Em setembro de 1986, o último lançamento da linha Monza: o motor de 2.000cc de cilindrada, que fornece mais torque e proporciona maior economia de combustível: são 110 CV a 5.200 rpm, contra 95 CV a 5.600 rpm do motor 1.8. Neste ano, o Monza bateu seu recorde de produção, com 81.960 carros para o mercado interno, 397 exportados montados e mais 10.955 exportados CKD (desmontados). No ano passado (1987) nenhuma mudança básica, pois o carro continua a vender bem.

Para a linha 88, a GM introduziu pequenas alterações em seus carros. Pára-choques, spoilers, rodas, lanternas traseiras e detalhes de acabamento foram mudados. A principal alteração mecânica ficou por conta de uma coluna de direção regulável em cinco posições. E agora o Monza tem as seguintes versões: SL, SL/E, Classic e S/R, todas com opção de motor 1.8 ou 2.0 litros. Uma curiosidade foi a espécie de uniformização de linha que a GM promoveu: o sucesso e boa imagem do Monza são tão marcantes que agora todos os carros das linhas Opala e Chevette são parecidos com o Monza.

Atualmente, o Monza, ou "Carro J", é fabricado em diversos países ou exportado para outros mercados, ainda numa primeira geração, mas com as alterações que cada tipo de mercado exige. Assim, encontramos o mesmo Monza travestido de Cadillac Cimarrom, Chevrolet Cavalier, Pontiac J-2.000 e Buick Sky Hawk, nos Estados Unidos; Aska, no Japão; Camira, na Austrália; Ascona, na Alemanha e toda Europa e Vauxhall Cavalier, na Inglaterra. Alguns diferem na motorização, outros no acabamento e outros ainda na parte estética, mas praticamente é o mesmo carro em todo mundo.

E qual será o futuro desse carro, que em seis anos tirou o sono dos concorrentes e se transformou na aspiração de muitos motoristas brasileiros? Segundo Satkunas, a longevidade do Monza está garantida não só pelo potencial que o carro ainda tem. "A garantia do sucesso do Monza em todo mundo se deve ao fato de além de ser um bom veículo, seu projeto ter nascido como um todo, nada foi adaptado ou herdado de outro veículo. Dai a aceitação do Monza, um carro que veio para ficar e fazer história", concluiu.

Porcentagem de vendas
motores e versões

.1982. .1983. .1984. .1985. .1986. .1987.
1.600cc 77,1 85,3 9,8 0,3 0,3 0
1.800cc 22,9 14,7 90,2 99,7 80,6 37,5
2.000cc 0 0 0 0 19,1 62,5
Total 100 100 100 100 100 100

SL 33,4 20,3 10,9 8,1 3,3 7,7
SL/E 66,6 79,7 89,1 89,9 82,5 75,3
Classic 0 0 0 0 11,7 15,4
S/R 0 0 0 2 2,5 1,6
Total 100 100 100 100 100 100

Gasolina. 73,7 15,6 4,8 2,9 7,5 7,2
Álcool 26,3 84,4 95,2
97,1 92,5 92,8
Total 100 100 100 100 100 100

Vendas do Monza

Ano Duas portas Hatch Quatro Portas Total Exportação
1982
0. 33.745. 0. .33.745. 127.
1983 15.728. 31.354. 8.009. 55.090. 61.
1984 55.637. 4.497. 10.443. 70.577. 6.805.
1985 61.005. 2.619. 11.616. 75.240. 9.395.
1986 62.471. 3.329. 16.160. 81.960. 11.352.
1987 39.979. 1.365. 12.116. 53.460. 13.608.

Ficha técnica

Motor: dianteiro, transversal; quatro cilindros em linha; comando de válvulas no cabeçote; sistema de admissão e escape tipo croas flow; refrigerado a água; diâmetro do cilindro: 84,8mm (1.800); curso do pistão: 79,5mm (1.800); diâmetro do cilindro: 86,0 (2.000cc); curso do pistão: 86,0mm (2.000cc); taxa de compressão: 8,8:1 (gasolina) e 12,0:1 (álcool). Potência: 95 CV a 5.800 rpm (1.800 a gasolina); 95 CV a 5.600 rpm (1.800 a álcool); 99 CV a 5.600 rpm (2.000 a gasolina) e 110 CV a 5.600 rpm (2.000 a álcool). Câmbio: dianteiro, transversal, alavanca de mudanças no assoalho, cinco marchas à frente sincronizadas (manual) ou três marchas à frente (automática). Procedência: manual (lsuzu, Japão), automática (Hidramatic Division, EUA). Suspensão: dianteira: independente, tipo MacPherson, molas helicoidais de ação linear, braço de controle interior, barra estabilizadora e amortecedores telescópicos de dupla ação. Traseira: molas helicoidais de ação progressiva tipo barril, barra conjugada de geometria fixa combinada com barra de torção e amortecedores telescópicos de dupla ação. Freios: duplo circuito hidráulico, diagonal, auxílio a vácuo, discos ventilados dianteiros com pinças deslizantes sob pinos selados, auto-ajustáveis. Na traseira, tambor auto-ajustável com válvulas equalizadoras de frenagem; freio de estacionamento nas rodas traseiras. Rodas e pneus: rodas de alumínio 5 X 13, pneus radiais de aço 185/70 SR 13 ou 195/60 HR 14 (só no S/R). Carroceria: monobloco, em aço estampado. Dimensões: comprimento total: 4,366m (sedan e duas portas); 4.264m (hatch). Largura total: 1,668m. Altura: 1,357 (sedan duas e quatro portas); 1.349 (hatch). Distância entre-eixos: 1,406m. Bitolas dianteira e traseira: 1,406m. Peso: 1.010 quilos (SL/E duas portas); 1.030 quilos (SL/E quatro portas); 1.055 quilos (hatch S/R); 1.085 quilos (Classic SE duas portas); 1.105 quilos (Classic SE quatro portas). Sistema elétrico: 12V, 36 Ah, 12V 54 Ah e 12V 42 Ah, conforme as versões e equipamentos. Capacidade do tanque: 61 litros.

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Re: UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

Mensagem por ygor » 06 Abr 2009, 01:13

Chevrolet Monza

O Chevrolet Monza foi um carro de muito sucesso produzido no Brasil pela General Motors entre os anos de 1982 e 1996. Existiu também um Monza que foi produzido nos EUA na década de 70. Nesse artigo iremos nos focar apenas no Monza brasileiro. O sucesso do Monza foi comprovado principalmente de 1984 a 1986 onde foi o carro mais vendido do Brasil.

O Monza foi derivado de outro carro, o Ascona, que era produzido na Europa pela Opel Alemã e também foi um carro de muito sucesso e bastante vendido na Europa.
Opel Ascona C, carro que originou o Monza

Imagem

Vamos destacar suas principais reestilizações:
Durante os 15 anos de produção o Monza teve muitas versões lançadas e várias reestilizações. Muitas dessas versões foram comemorativas. A seguir vamos destacar as principais reestilizações do Monza.

Monza Hatch 1982
O Monza foi apresentado em meados de Março/Abril de 1982 inicialmente na versão hatchback com duas portas, tração dianteira e motor transversal de 4 cilindros,1600 cc a gasolina ou a álcool com 73 cv (72 na versão álcool).


No mesmo ano foi lançado o Monza com o motor 1.8 com a finalidade de melhorar seu desempenho. Com exceçao ao motor, o Monza Hatch 1.8 não tinha grandes diferenças para o Monza Hacth 1.6.




Monza Hatch 1982/1983

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Monza Sedã 1983 com duas e quatro portas
No ano de 1983, foi lançado o Monza Sedã nas versões 2 e 4 portas e motores 1.6 e 1.8. Mecanicamente, pequenas modificações foram feitas em relação à versão hatch como a re-calibração dos amortecedores dianteiros e o aumento na altura das molas traseiras.

Monza Sedã 4 portas
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Nesse mesmo ano, o Monza foi eleito pela primeira vez o carro do ano pela revista Autoesporte. No ano seguinte o Monza foi o carro mais vendido no Brasil.


Monza Hatch S/R 1985 - Surge o primeiro modelo esportivo

Em 1985 surge o primeiro modelo esportivo da linha Monza, o S/R 1.8 S. Esse modelo recebeu bancos novos, painel mais moderno e completo e faróis de neblina traseiros. Esse modelo também possuía carburador de corpo duplo e sistema de escapamento otimizado.



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Monza Hatch S/R


Em 1985 o Monza foi novamente o carro mais vendido do Brasil.





Monza Classic 1986 - Um Carro de luxo

Em 1986 surgia a versão de luxo do Monza, o Classic. Esse modelo vinha de série com rodas raiadas de alumínio, faróis de milha, estofamento 'navalhado', vidros e travas elétricos, direção hidráulica, relógio digital, toca-fitas estéreo e descansa braço no banco traseiro. Esse carro ainda possuía largos frisos laterais.


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Monza Classic 1986


Na versão SL/E seus opcionais eram o ar-condicionado e direção assistida. Esse carro era equipado com um motor de carburador duplo de 99 cv. Mais uma vez o Monza foi líder de vendas no mercado nacional.


Monza 1987 com Motor 2.0

Em 1987 e Chevrolet trouxe algumas boas novidades para o Monza, principalmente no motor que passou a ter versões de 2,0 litros e que apesar de ainda não possuir injeção eletrônica como o europeu Ascona, chegava a 110 cv de potência na versão a álcool.



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Monza sedã 1987


O modelo esportivo S/R também passou a ser equipado com o motor 2.0, possuindo ainda o câmbio mais curto. Ainda nesse ano, o Monza é eleito novamente o carro do ano pela revista Autoesporte.


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Monza Hatch S/R 2.0



Em 1988 O Monza Hatch Saiu de Linha

O ano de 1988 não foi muito feliz para os admiradores do Monza Hatch pois este deixou de ser produzido pela General Motors, tendo como sua última versão o Monza Hatch S/R 2.0 S.


Apesar do encerramento da produção do Monza Hatch, ainda nesse mesmo ano e pela terceira vez o Monza foi eleito o carro do ano pela revista autoesporte.


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Interior do Monza Hatch S/R 2.0


1990 - Lançamento do Monza Classic 500 EF

O ano de 1989 não trouxe grandes novidades para a linha Monza. Em 1990, quando foi realizado a Copa do Mundo da Itália, a grande novidade para a linha Monza foi o surgimento do Monza 500 EF, que foi o primeiro Monza com injeção eletrônica a ser produzido no Brasil. Na época de seu lançamento, foi um carro inovador, bastante moderno e luxuoso. Era equipado ainda com bancos de couro, computador de bordo, toca-fitas digital, ar-condicionado e vidros mais escurecidos.


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Interior do luxuoso Monza Classic 500 EF


O nome 500 EF era bastante diferente dos que vinham sendo adotados até o momento pela linha Monza. Esse nome foi concebido em homenagem ao grande piloto brasileiro, Emerson Fittipaldi. O número 500 era relacionado a prova das 500 Milhas de Indianápolis vencida pelo piloto e a sigla EF se referia as iniciais do nome do piloto. Esse foi o Monza que atingiu o melhor desempenho (116 cavalos) entre todos e não poderia ser diferente já que foi recomendado por um piloto profissional de corridas.



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Emerson Fittipaldi ao lado do Monza Classic EF 500


1991 - A maior re-estilização do Monza

Em 1991 o Monza sofreu a sua maior resstilização a dianteira e a traseira do veículo foram modificadas. A dianteira foi rebaixada e alongada em 8,5 cm e a traseira foi alongada em 4,5 cm. Ainda foram feitas diversas modificações como nos faróis, grade, pára-choque, pára-lamas, lanternas, capô, porta-malas com maior capacidade, lanternas traseiras entre outras modificações. A versão Classic recebeu ainda faróis de neblina.


Na parte mecânica, o Monza recebeu melhoras no radiador, amortecedores, suspensão dianteira e traseira, molas e direção hidráulica.

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Lateral do Monza 1991

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Traseira do Monza 1991

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Frente do Monza 1991





1992 - Monza Barcelona e Monza 650

Em 1992 foram lançados duas versões comemorativas do Monza, a primeira referente as Olimpíadas de Barcelona e a segunda para comemorar as 650 mil unidades vendidas até o momento. Este modelos ganharam diferenças de acabamento e acessórios.



Monza Barcelona


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Monza 650

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1993 e 1994 - Monzas Hi-Tech, GLS, Class e Club

O Monza Hi-tech foi mais uma série limitada lançada desse carro de grande sucesso. Essa versão possuía painel digital de cristal líquido, computador de bordo, freios ABS nas 4 rodas de liga leve, direção hidráulica e ar-condicionado frio e quente. Esse carro foi comercializado na linda cor Azul Strauss perolizada.



Painel digital de cristal líquido do Monza Hi-Tech

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Monza Hi-Tech 4 portas na cor azul strauss perolizada

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O Monza Class recebeu melhoras apenas no acabamento interno e era baseado no Monza SL.



Monza Class
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1993 também marcou o fim da produção do Monza Classic SE que foi substituído pelo Monza GLS, a última versão lançada do Monza com exceção das versões comemorativas, como o Monza Club que foi produzido nas cores vinho e azul cezane. As maiores diferenças do Monza Club, em suas duas versões estão relacionadas ao acabamento interior e exterior, acessórios e cores diferenciadas.



Monza GLS 4 portas

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Monza Club na cor vinho

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Em 1996 o Monza Saiu de Linha deixando saudades

Após um ano sem grandes mudanças, em 1996 foi produzido o último Monza, dando fim a uma saga de 15 anos de sucesso desse incrível carro fabricado pela Chevrolet. Podemos afirmar que foi um carro que saiu de linha, mas marcou história, cativou muitos fãs e deixa saudades até os dias atuais.

http://4.bp.blogspot.com/_dmR9TYQomZY/S ... _Vinho.jpg

Monza GLS 1996 4 portas
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O último Monza foi vendido na versão GLS de 4 portas com motor 2.0 e deixou de ser produzido abrindo espaço para o Vectra, que foi lançado em meados de março de 1996.


Curiosidades
Na totalidade foram produzidos e vendidos no Brasil 857.810 Monzas.


A Seguir assista alguns comerciais antigos do Chevrolet Monza.


Comercial Antigo do Monza Hatch




Comercial Antigo do Monza 1988 (Vintage Commercial)





Comercial Antigo do Monza 1994

Preços
Fizemos uma pesquisa nos valores atuais de comercialização do Monza e encontramos carros variando entre R$ 1.800,00 (necessitando de muitos reparos) a R$ 18.000,00 em um ótimo estado de conservação.

Você que tem uma Monza ou é um admirador deste carro, deixe seu comentário e fale sobre sua experiência com este incrível carro que saiu de linha, mas deixou saudades.

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Re: UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

Mensagem por dbzronaldo » 06 Nov 2009, 20:06

muito interessante...

mas tenho duvidas..
oq é direção asistida???

e tem algum monza q chegue a 18 mil?
abrass
É no Silêncio do meu CHEVROLET q meu coração BATE mais ALTO!

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Re: UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

Mensagem por arnaldoRJ » 22 Nov 2009, 23:59

Chega a R$ 18.000,00 sim. O meu quando saiu da loja custou 12 biro biro à vista e 12 parcelas de 500 e uns pouquinhos, soma aí...
EX-------Monza GL 2.0 EFI 1996 4pts,gasolina/GNV, VERDÃO, lindão, vidro, travas, CB, pneus 14 novos, rodas liga, DH, porta malas elétrico, alarme, ar quente, Multi-lock, leds pra todo lado.

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Re: UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

Mensagem por rogertecmec » 23 Nov 2009, 10:35

dbzronaldo escreveu: mas tenho duvidas..
oq é direção asistida???
É como também é conhecida a direção hidraulica. Ou direção com assitência hidraulica, já que existe um circuito hidraulico que te ajuda a diminuir o esforço (te da assistência) do sistema de direação.
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Bordô - 1993
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Cinza - 2006
O importante não é saber as coisas mas ter o nº do telefone de quem sabe!!!

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Re: UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

Mensagem por alquini » 24 Nov 2009, 08:34

financiado ou um monza em ótimo, exelente estado chega sim...

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Re: UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

Mensagem por Evandro Monza SR » 18 Abr 2010, 22:21

Ygor

Vi que vc colocou estatísticas bastante detalhadas do Monza, de 82 até 87. Vc tem estatísticas tão detalhadas de 88 a 96? Entrei em contato com o MonzaClube, mas nem eles tem tais números detalhados.

Abs.
Visite meus tópicos de restauração:

Monza 500EF
viewtopic.php?f=43&t=26865

Monza S/R 2.0 89/89 Venezuela
http://forum.monzeiros.com/viewtopic.php?f=43&t=20319

Monza S/R 2.0 S 88/88
http://forum.monzeiros.com/viewtopic.php?f=43&t=16309

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Re: UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

Mensagem por ygor » 20 Abr 2010, 21:00

O Monza foi lançado no Brasil em 1982, com motor de 1.600 cc e carroceria hatch de duas portas.

Era equipado com motor transversal de quatro cilindros, câmbio lsuzu japonês de quatro ou cinco marchas, boa aerodinâmica e ampla área envidraçada. Ainda em 1982, surgiu o motor de 1.800 cc.

No ano seguinte, o Monza ganhou carroceria tipo três volumes e quatro portas, modelo elegante que mudou o conceito brasileiro de que "carro quatro portas é táxi".

No final de 1983, a GM lançou o Monza duas portas (três volumes) e, até 1985, o carro não teve alterações. No meio do ano de 1985, a montadora cometeu um deslize que desagradou os consumidores: promoveu alterações estéticas no carro (painel, espelhos, bancos, lanternas etc.), o que acabou desvalorizando os carros do primeiro semestre de 85, que não tinham as novidades.

Ainda em 1985 surgiu o esportivo da "família", S/R 1.8, com carroceria hatch e detalhes exclusivos, com carburador de corpo duplo e sistema de escapamento otimizado. Com isso, o Monza era disponível nas versões SL, SL/E e S/R, com carrocerias dois volumes ou três, de duas portas; ou carroceria três volumes e quatro portas. Em 1986 surgiu a versão Classic, bastante luxuosa: câmbio automático (importado, Pontiac) e o motor de 2.000 cc, que também equipava outras versões do Monza.



Dois anos depois, em 1988, o Monza hatch saiu totalmente de linha (vinha sendo produzido apenas na versão esportiva S/R). Os demais modelos continuaram em produção sem grandes alterações. Em 1990, surgiu o Monza com injeção de combustível, o que consolidou ainda mais a posição de mercado deste carro. Afinal, nos seus nove anos de mercado, o Monza sempre esteve entre os modelos nacionais mais vendidos.

Em 1991, a GM finalizou o "J 91", ou seja, o Monza com alterações na carroceria (frente e traseira, principalmente), para ficar mais parecido com o Chevrolet Cavalier americano. O "J91" também foi fabricado nos EUA, Japão, Inglaterra, Austrália e Alemanha, com poucas mudanças estruturais ou mecânicas. A partir daí, o carro não sofreu mais mudanças estéticas até 1996, quando, infelizmente, parou de ser fabricado.

Depois disso, não poderia ser diferente: o Monza foi, durante três anos consecutivos (1984, 1985 e 1986), o carro mais vendido no país e, também, eleito o "Carro do Ano" da revista Autoesporte em 1983, 1987 e 1988.

Versões
Monza Hatch
Monza SL
Monza SL/E
Monza SR
Monza Classic
Monza Classic 500 E.F.
Monza Classic SE
Monza Barcelona
Monza Hi-Tech
Monza Club
Monza 650
Monza Class
Monza GL
Monza GLS

Cronologia
1979
No mês de dezembro a revista "Quatro Rodas" conseguiu ter acesso a uma pesquisa secreta da General Motors (uma exposição realizada no Clube Pinheiros, em São Paulo) e verificou os dois protótipos do "Projeto J", ou seja, os veículos que, futuramente, se tornariam o Monza a ser lançado apenas em 1982.

1980
No mês de agosto, um dos carros, que vinha sendo utilizado nos testes do "Projeto J", foi fotogrado pela revista "Quatro Rodas" na pista de testes da General Motors, localizada em Indaiatuba, interior do Estado de São Paulo.

1981
Sem novidades, ou "segredos revelados", neste ano.

1982
Finalmente, no mês de abril, o Monza é lançado no país. O "Monza Hatch" foi o primeiro: 2 portas, motor 1.6 (dianteiro, transversal) e com tração dianteira. Ainda neste ano, a versão com motor 1.8 já estava disponível. Cogitou-se, ainda, que a GM estaria em fase final de testes da "perua Monza", projeto este que acabou não se concretizando.

1983
Lançamento da versão "sedan", duas e quatro portas (motorização 1.6 e 1.8), sendo que as molas traseiras são 8 mm mais altas e os amortecedores dianteiros foram recalibrados em relação a versão "hatch". Ambas versões se assemelham em desempenho e estabilidade. Aos poucos, OS carros quatro portas começam a ter boa aceitação no mercado brasileiro. O Monza é eleito o carro do ano pela revista "Autoesporte".

1984
O Monza consegue ser, pela primeira vez, o carro mais vendido no país.

1985
Surge o primeiro modelo esportivo: o "Monza S/R 1.8 S". Neste ano ocorreu a "Fase 2", ou seja, em um espaço curto de tempo a General Motors fez algumas mudanças no acabamento do "Monza SL/E" como, por exemplo, um painel de instrumentos bem mais completo, inclusive com conta-giros, e novos bancos. Isso acabou gerando uma certa controvérsia por quem havia adquirido o carro pouco antes. Novamente, é o carro mais vendido no país.

1986
Lançamento do modelo "Monza Classic", difereciando-se dos demais pelo fato de possuir duas tonalidades de cores na carroceria. Pelo terceiro ano consecutivo é o carro mais vendido no país.

1987
O "Monza SL/E", passa a ser equipado com o novo motor 2.0. Já o "Monza S/R" também passa a utilizar o novo propulsor. A revista "Autoesporte" elege o Monza, pela segunda vez, o carro do ano.

1988
A versão "hatch" deixa de ser fabricada, sendo o último modelo produzido o "Monza S/R 2.0 S". Novamente, a revista "Autoesporte" elege o Monza como o carro do ano.

1989
Neste ano não ocorreram maiores novidades, além de alterações no acabamento.

1990
A grande novidade é o lançamento do modelo "Monza 500 EF", primeiro Monza a ser fabricado no país com injeção eletrônica de combustível, além de contar com computador de bordo e bancos de couro. Tudo isso com aval de Emerson Fittipaldi.

1991
O Monza sofre sua maior reestilização, tanto na dianteira como na traseira do veículo, mas ainda não dispunha de injeção eletrônica, que se tornou disponivel somente a partir de setembro (modelo 1992). Lançamento do modelo "Monza Classic SE". Este modelo esteve disponível tanto com injeção multipoint (MPFI) ou singlepoint (EFI), além de possuir painel digital e computador de bordo como itens de série, e freio a disco nas quatro rodas como opcional.

1992
Em comemoração às Olimpíadas, a GM lança o "Monza Barcelona", diferenciando-se do "Monza SL" em itens de acabamento e acessórios como, por exemplo, as rodas (que viriam a equipar o "Monza SL/E" a partir do ano seguinte). O modelo "Monza 650" foi outra série limitada lançada, nome este que marcou as 650.000 unidades produzidas do veículo. Diferenciava-se do modelo "Monza SL" somente em seu acabamento.

1993
Último ano em que o modelo "Monza Classic SE" foi fabricado. Outra série limitada é lançada: desta vez é o modelo "Monza Hi-Tech". Este foi o primeiro e único Monza a ter como item de série freio a disco nas quatro rodas com ABS, além de contar com computador de bordo e painel digital, sendo o último modelo a ser fabricado com o respectivo painel. Mais uma versão especial é lançada: "Monza Class", também baseada na versão "Monza SL" e com melhorias no acabamento interno. Para preencher a lacuna deixada pelo "Monza Classic SE" é lançado o modelo "Monza GLS", último modelo de série a ser lançado.

1994
Lançamento da versão limitada "Monza Club", em comemoração a Copa do Mundo.

1995
Neste ano não ocorreram maiores novidades, além de alterações no acabamento no Monza GLS como, por exemplo, rodas e pneus aro 14.

1996
O último "Monza GLS" sai da linha de montagem para ser o último Monza produzido, perfazendo um total de 857.810 veículos durante todos esses anos.

Estatísticas
Os números a seguir indicam, ano a ano, a produção do Monza

JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Total
1982 1419 3947 4123 4256 4242 4078 3862 3833 3985 33745
1983 3639 3308 4278 4321 4369 3678 3329 4177 6924 6227 5014 5826 55090
1984 4438 6013 6748 6194 5553 7770 5363 4934 6009 6320 6035 5200 70577
1985 6842 6051 5817 942 6407 5826 7362 7259 7379 8590 7166 5599 75240
1986 5925 6857 8138 7607 7442 7591 7889 6043 7815 7595 3540 5518 81960
1987 4134 5265 3687 4978 4976 3964 2912 3725 2689 5850 6335 4945 53460
1988 5652 5351 6024 4932 5101 5547 5338 6307 6024 5878 6689 7732 70575
1989 6372 5273 4942 6385 5672 7850 6481 7930 7563 3488 5178 8615 75749
1990 5763 6762 2679 3654 3685 1946 4306 6899 7274 6369 3831 2244 55412
1991 3750
4430 4471 2074 4639 4859 7364 6099 5852 5861 5447 4184 59030
1992 4053 2770 2306 3444 4754 6220 5877 4895 4929 5496 4569 4992 54305
1993 4151 4967 6832 5146 6037 5918 6886 7123 6180 4941 4973 3510 66664
1994 5613 4739 6098 5230 5817 5204 4551 5925 7059 4955 4513 3290 62994
1995 3237 3478 4174 2610 4405 3435 692 1689 1778 2604 1649 2173 31924
1996 2003 2500 2638 1314 1692 415 78 285 13 16 10 9 10973
Total 65.581 67.778 68.852 60.247 74.511 74.354 72.695 77.540 81.573 78.065 68.787 67.827 857.810

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Re: UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

Mensagem por ygor » 30 Abr 2010, 19:04

alguns modelos fora do brasil.

Vauxhall Cavalier Mark 2 Estate
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Vauxhall Cavalier
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Vauxhall Cavalier II Cabriolet in Cambridge
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Vauxhall Cavalier II Hatchback Trinity
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Um carro novo disco da roda dianteira foi introduzida em agosto de 1981, novamente usando a base mesma do Opel Ascona - desta vez o C. Ascona Em seu lançamento, ele ofereceu os níveis de líderes da classe de economia de combustível e desempenho, que anteriormente tinha sido impensável para este sector do automóvel. Este modelo foi parte da família da GM do compacto "J-cars", juntamente com o Ascona, o australiano Holden Camira no Brasil, o Chevrolet Monza, a japonesa Isuzu Aska, ea norte-americana Chevrolet Cavalier, Pontiac Sunbird, Buick Skyhawk, Oldsmobile Firenza e Cadillac Cimarron. No Reino Unido, o Cavalier novo foi um enorme sucesso e desafiou a supremacia do Ford Cortina como o carro da empresa de sua escolha.

Após a relutância do público britânico a adotar um estilo radical da Serra da Ford em 1982, o Cavalier alcançou a Serra de vendas e superou a Serra em 1984 e novamente em 1985. A Sierra vendeu mais restritiva em 1986, e um lifting para a Serra em 1987, ajudou a Ford a manter o seu lugar recuperou na parte superior do sector da grande família de carro que quase 140 mil Sierras foram vendidos esse ano, enquanto as vendas caíram abaixo de 100 mil Cavalier. Até o momento a segunda geração do Cavalier foi interrompido para dar lugar para o modelo de terceira geração, em Outubro de 1988, o Serra quase duas vezes mais popular. [1]


Um dos primeiros Mark IIIT foi de carro da Grã-Bretanha mais vendido segundo (atrás do Ford Escort), em 1984 e 1985, e no seu auge, esta versão do Cavalier veio com a opção de 1,3 ou 1,6 motores L derivada da menor Vauxhall Astra (também vendido como o (Opel Kadett), enquanto que para 1983 um motor 1.8 L foi lançado, que tinha injeção eletrônica de combustível. Um diesel 1.6 L foi adicionada na mesma época, enquanto o 1,8 L foi completada por um L 2.0 para o ano-modelo 1987.

Este modelo foi produzido como uma berlina de quatro portas e hatchback de cinco portas. Uma versão da propriedade (baseada no vagão Camira Holden com painéis de carroceria traseiros importados CKD da Austrália) também estava disponível. O sedã de duas portas logo foi retirado da escala Cavalier, mas permaneceu parte da gama de Ascona em outros mercados. Um conversível, com base nas duas portas e convertido por Hammond Thiede e na Alemanha, foi posteriormente oferecida.

O governo Thatcher no Reino Unido criou um benefício fiscal de 1,8 L, com qualquer carro da empresa ter um motor maior do que esta atraindo o aumento dos impostos benefício pessoal, o que efetivamente dando a Cavalier uma vantagem sobre seus rivais logo após seu lançamento.

Ao longo do tempo de vida do modelo, houve duas espelhamento facelifts as alterações feitas no Ascona - em primeiro lugar para o ano de 1985 modelo que vi revista grelhas, modificação clusters lâmpada traseira, volante novo, atualizado equipamento, as opções de estofos novos gráficos e instrumentos diferentes - algumas dessas mudanças vieram direto do recentemente introduzido Kadett E / 2 Astra Mark. A nova actualização, em 1987, viu as grades e clusters lâmpada traseira revisto novamente em um estilo similar ao modelo de maior senador, juntamente com outras melhorias para os níveis de equipamento. A opção de novo motor 2.0L se tornaram disponíveis em CD, Sri GLS e remates, enquanto a disponibilidade do combustível injetado 1.8L unidade foi prorrogado até L guarnição.

Até ao final de seu ciclo de vida, o topo da gama a versão era o poderoso SRi130 2,0, que tinha 130 cv (97 kW) e pode exceder 120 mph (193 km / h). Isto teve o mesmo motor que o 8v Astra GTE (20SEH), embora fosse mais poderoso, devido a uma melhor rota de escape.

Pela primeira vez, a Vauxhall começou a exportar carros no lado esquerdo da unidade para outros países europeus, como badged Opel, que foi um impulso para a confiança da GM em sua filial, uma vez incomodado britânico. Em novembro de 1987, o então chefe da Vauxhall, John Bagshaw, disse à revista que o carro Asconas construído no Reino Unido foram considerados de qualidade equivalente aos construídos no resto da Europa, acrescentando que "eles não podem dizer-lhes desde os alemães". Quando o Cavalier foi introduzido pela primeira vez, os carros foram construídos na fábrica da GM na Bélgica, mas a produção rapidamente mudou-se para Luton. A versão imobiliário painéis foram construídos pela Holden, na Austrália.

A última Cavalier Mark II a ser produzido foi o Calibre Cavalier. Com base na SRi130 com styling de Tickford / Aston Martin e os bodykit, suspensão desportiva e escapamento sendo produzido pela Irmscher, era uma produção limitada de apenas 500 carros. O carro veio com uma especificação muito elevada, incluindo um computador de bordo, bancos Recaro, vidros elétricos e direção hidráulica. Ele custa cerca de £ 13.000, quando lançado em 1987.

Vauxhall vendidos 807.624 exemplos da segunda geração do Cavalier entre 1981 e 1988. Em agosto de 2006, a revista Auto Express nomeou-o como o carro sexto país mais desmantelada nos últimos 30 anos, com apenas 6.343 continuam na ordem de funcionamento. O único carro a abandonar a produção após a Cavalier Mark II, e que desapareceu em uma taxa maior, foi a Estelle Skoda (que foi retirado da venda em 1990). Um fator que ajudou a fazer neste caso foi o fato de que o Cavalier MK2 era um dos carros mais roubados dos anos 1980 e início de 1990 e foi particularmente popular com joyriders por causa de seu desempenho médio melhor do que para um carro deste tipo e do fato foi fácil entrar e começar a forcebly, que provocou a morte prematura de alguns, também alegou ferrugem muito poucos também.

Os níveis da guarnição

Base (1.3 a gasolina, 1.6 a gasolina)
L (1.3 a gasolina, 1.6 gasolina, 1.6 diesel)
Li (1.8i gasolina)
LX (1.6 a gasolina)
LXi (1.8i gasolina)
GL (1.3 a gasolina, 1.6 gasolina, 1.6 diesel)
GLi (1.8i gasolina)
GLS (1.6 a gasolina)
GLSi (gasolina 1.8i, 2.0i 114 cv (85 kW, 116 PS gasolina))
SR (1.6 a gasolina)
SRI (gasolina 1.8i, 2.0i 114 cv a gasolina (85 kW; 116 PS))
SRi 130 (2.0i 128 cv (95 kW; 130 PS gasolina))
CDi (gasolina 1.8i, 2.0i 114 cv (85 kW, 116 gasolina PS))
Convertible (1.8i gasolina)
Imóveis (1.6 a gasolina)
Imóveis L (1.6 a gasolina, 1.6 Diesel)
Imóveis GL (1.6 a gasolina, 1.6 Diesel)
O "i" significa o sufixo de injeção de combustível.

edições especiais

Comandante (1.6 a gasolina)
Antibes (1.6 a gasolina)
Club (1.6 a gasolina)
Calibre (mesmo motor 2.0 de injecção de combustível do Sri 130)

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Re: UM POUCO DA HISTÓRIA DO MONZA

Mensagem por ygor » 18 Mai 2010, 00:05

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